FGV Projetos organiza "V Brazil Infrastructure Investments Forum" em Nova York

FGV Projetos organiza "V Brazil Infrastructure Investments Forum" em Nova York

Data de publicação: 10/11/2014

Nesta quarta-feira, dia 05, aconteceu, no Harvard Club de Nova York, o “V Brazil Infrastructure Investments Forum”, organizado pela FGV Projetos em conjunto com a BrazilCham (Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos), o Brazil Infrastructure Institute e o Centro de Arbitragem e Mediação (CAM-CCBC). O evento, que debateu o cenário de investimentos de infraestrutura em áreas como portos, ferrovias e aeroportos, também se propôs a refletir sobre parcerias público-privadas (PPP), e a arbitragem internacional e o Brasil.


Entre os palestrantes, estavam nomes como João Otávio de Noronha, ministro do STJ; Ana Cabral Petersen, cônsul-geral do Brasil em Nova York; Cesar Cunha Campos, diretor da FGV Projetos; Frederico Straube, presidente do CAM-CCBC; Roberto Azevedo, diretor executivo da BrazilCham; Fernando José de P. Costa Fonseca, diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq); entre outras autoridades e especialistas.


Cesar Cunha Campos participou do primeiro painel do evento, sobre infraestrutura, com uma apresentação sobre o atual cenário econômico brasileiro e as oportunidades de negócios na indústria de aeroportos, que recentemente iniciou um processo de concessão. Segundo o diretor da FGV Projetos, de 2009 a 2013 o número de passageiros em voos domésticos e internacionais subiu 56%, mas esta evolução não foi acompanhada pelos investimentos em infraestrutura. “Ainda há espaço para crescimento se os investimentos corretos em infraestrutura forem feitos”, afirmou.


Para Cesar Cunha Campos, os resultados financeiros das concessões são garantidos e os melhores exemplos, até o momento, são o aeroporto de Brasília – que apresentou uma avaliação de mercado elevada (US$ 1.9 bilhões; 673%) – e o Galeão – que alcançou o mais alto valor de mercado (US$ 8 bilhões). De acordo com o diretor da FGV Projetos, nos próximos 15 anos o número de aeronaves executivas no país passará de 25 mil. Se continuar com este ritmo de crescimento, o Brasil terá a quinta maior frota executiva mundial até 2022 – grande incentivo para que investidores busquem, desde já, orientação para identificar, selecionar e desenvolver oportunidades de negócio no setor.

 

Publicada no FGV Notícias