FGV/IBRE ocupa 1º lugar em ranking de projeções da Bloomberg

FGV/IBRE ocupa 1º lugar em ranking de projeções da Bloomberg

Data de publicação: 09/12/2014

O ranking leva em consideração o histórico de acertos de cada instituição num horizonte de até dois anos. São elegíveis a participar apenas aquelas que enviarem, pelo menos, 15 projeções consecutivas.

 

 

Com a divulgação da produção industrial nacional (PIM-PF) realizada na última terça-feira, 02, pelo IBGE, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) passou a ocupar o 1º lugar no ranking de projeções da PIM-PF da Bloomberg, entre as instituições mais preparadas e com maior número de acerto de estimativas. O ranking leva em consideração o histórico de acertos de cada instituição num horizonte de até dois anos. São elegíveis a participar apenas aquelas que enviarem, pelo menos, 15 projeções consecutivas.

 

“Na média, fomos os que mais se aproximaram dos resultados oficiais nas últimas 15 divulgações”, destaca Vinícius Botelho, pesquisador da área de Economia Aplicada do IBRE e um dos responsáveis pelas projeções dos indicadores macroeconômicos do Boletim Macro, que tem como coordenadores Regis Bonelli e Silvia Matos.

 

Em agosto, a equipe de economistas do IBRE já havia se destacado pela segunda vez consecutiva no topo da lista de projeções do PIB acumulado em quatro trimestres (PIB 4Q) da agência. Na prática, os acertos ratificam a credibilidade do IBRE frente ao mercado como instituição qualificada em estimativas e análises econômicas. “O melhor entendimento dos indicadores reflete maior conhecimento do IBRE sobre o passado e uma vantagem, sobre outras instituições, sobre o desempenho da atividade econômica em tempo real”, destaca Botelho. O economista explica que o ranking é feito por indicador. “No caso da PIM-PF são dois: projeção da PIM-PF MsM (mês contra mês) e AsA (ano contra ano). Ele premia (se correto) ou pune (se errado) as projeções muito distantes do consenso. O IBRE estreou em ambos esses rankings na primeira posição”, salienta.

 

Publicada na FGV Notícias