FGV e The Conference Board divulgam IACE de dezembro

FGV e The Conference Board divulgam IACE de dezembro

Data de publicação: 21/01/2015

"Após meses em recuo, o resultado de dezembro do IACE e do ICCE pode ser um sinal de estabilização da economia", afirma Paulo Picchetti, economista do FGV/Ibre.

 

 

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) e pelo The Conference Board, permaneceu inalterado em dezembro de 2014. O indicador registra a marca de 95,4 pontos, resultado que apresenta um recuo de 1,4% em novembro e um avanço de 0,2% em outubro. Três dos oito componentes contribuíram positivamente para o índice de dezembro.

 

"Após meses em recuo, o resultado de dezembro do IACE e do ICCE pode ser um sinal de estabilização da economia", afirma Paulo Picchetti, economista do FGV/Ibre. "Apesar disso, o anúncio recente de políticas de austeridade e o lento crescimento da economia mundial sugerem que as condições econômicas próximas à estagnação persistirão a curto prazo no Brasil."

 

"O IACE não apresentou alteração em dezembro e as taxas de crescimento de seis meses dos indicadores aumentaram, o que reflete uma melhora modesta na segunda metade do ano se comparada com a forte deterioração no primeiro semestre de 2014", diz Ataman Ozyildirim, economista do The Conference Board. "A recente estabilização do IACE e do ICCE indica que o pior momento para a atividade econômica pode ter passado, embora o enfraquecimento da economia brasileira seja ainda bastante disseminado."

 

Sobre o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE)

 

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil foi lançado em julho de 2013 pelo FGV/Ibre e pelo The Conference Board. Este indicador permite uma comparação direta dos ciclos econômicos do Brasil com os de outros 11 países e regiões já cobertos pelo The Conference Board: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido.

 

Fazem parte do índice os seguintes componentes: Taxa referencial de swaps DI pré-fixada - 360 dias (Fonte: Banco Central do Brasil); Ibovespa (Fonte: BOVESPA); Índice de expectativas das sondagens da Indústria (Fonte: FGV/Ibre); Índice de expectativas das sondagens dos Serviços (Fonte: FGV/Ibre), Índice de expectativas das sondagens do Consumidor (Fonte: FGV/Ibre); Índice de produção física de bens de consumo duráveis (Fonte: IBGE); Índice de Termos de troca (Fonte: FUNCEX); Índice de quantum de exportações (Fonte: FUNCEX).

 

Para mais informações, acesse o site do Ibre.

 

Publicado no FGV Notícias